{"id":995,"date":"2025-02-14T16:55:44","date_gmt":"2025-02-14T19:55:44","guid":{"rendered":"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/?page_id=995"},"modified":"2025-02-14T17:34:57","modified_gmt":"2025-02-14T20:34:57","slug":"quem-somos","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/quem-somos\/","title":{"rendered":"Quem Somos"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"995\" class=\"elementor elementor-995\" data-elementor-post-type=\"page\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-0310a0e e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"0310a0e\" data-element_type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-4387fb4 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"4387fb4\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>O Varadouro \u00e9 uma organiza\u00e7\u00e3o de comunica\u00e7\u00e3o social sediada em Rio Branco, a capital do Acre. Ap\u00f3s escrever dentro de suas p\u00e1ginas impressas um dos momentos mais cr\u00edticos da hist\u00f3ria da Amaz\u00f4nia brasileira, em plena \u00e9poca da ditadura militar, Varadouro retorna com o mesmo esp\u00edrito de coragem e determina\u00e7\u00e3o para produzir um Jornalismo em defesa da Floresta Amaz\u00f4nica, agora na era digital. Continuamos a ser um ve\u00edculo a dar vez e voz \u00e0s popula\u00e7\u00f5es exclu\u00eddas da nossa regi\u00e3o. Antes restrito a uma cobertura exclusiva \u00e0s quest\u00f5es acreanas, Varadouro retorna conectado com as demandas de toda a invis\u00edvel regi\u00e3o Norte.<\/p><p>A nossa miss\u00e3o principal \u00e9 fazer um Jornalismo da Amaz\u00f4nia para as popula\u00e7\u00f5es da Amaz\u00f4nia \u2013 sejam as urbanas, as rurais e as da floresta. H\u00e1 uma clara percep\u00e7\u00e3o de que as urg\u00eancias globais de prote\u00e7\u00e3o da mais importante floresta tropical do mundo, bem como os efeitos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, s\u00e3o quest\u00f5es bem distantes das preocupa\u00e7\u00f5es da sociedade local. Um discurso desenvolvimentista propagado pelas velhas oligarquias pol\u00edticas e econ\u00f4micas fazem propagar a ideia, entre os moradores da regi\u00e3o, de que a manuten\u00e7\u00e3o da floresta em p\u00e9 \u00e9 o principal motivo para manter o Norte brasileiro na pobreza, apresentando os piores indicadores sociais e econ\u00f4micos do pa\u00eds. Usando da estrutura da imprensa tradicional, propagam que apenas o agroneg\u00f3cio pode nos \u201ctirar do atraso\u201d.<\/p><p>A volta do Varadouro tem como objetivo trabalhar justamente a desconstru\u00e7\u00e3o deste discurso. Queremos dialogar com as nossas comunidades. Trabalhar um sentimento de identidade e pertencimento amaz\u00f4nicos. Queremos mostrar que podemos ser uma refer\u00eancia em crescimento econ\u00f4mico com gera\u00e7\u00e3o de renda e riqueza para todos, a partir da floresta em p\u00e9. Queremos mostrar que, ao contr\u00e1rio do agroneg\u00f3cio, uma economia de base florestal, sustent\u00e1vel, diversa, baseada na tecnologia e valor agregado, n\u00e3o gera concentra\u00e7\u00e3o de riquezas apenas para um pequeno grupo.<\/p><p>Muito mais do que a produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fado jornal\u00edstico, Varadouro trabalhar\u00e1 com a organiza\u00e7\u00e3o de oficinas e palestras com as comunidades amaz\u00f4nicas para a recomposi\u00e7\u00e3o do significado do que seja ser amaz\u00f4nida. Vamos trabalhar olhando para dentro. Acreditamos que apenas e unicamente os moradores da Amaz\u00f4nia podem fazer a diferen\u00e7a entre a preserva\u00e7\u00e3o ou a devasta\u00e7\u00e3o da floresta. Trabalhar a consci\u00eancia pol\u00edtica de nossa sociedade para que, a cada pleito eleitoral, a popula\u00e7\u00e3o possa escolher representantes compromissados com a agenda de prote\u00e7\u00e3o ao meio ambiente.<\/p><p>Ano ap\u00f3s ano, a regi\u00e3o Norte \u00e9 intensamente impactada pelos efeitos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Secas e enchentes extremas afetam um n\u00famero maior de pessoas. No \u00e1pice do per\u00edodo de estiagem, comunidades rurais ficam sem acesso \u00e0 \u00e1gua pot\u00e1vel. No per\u00edodo chuvoso, as grandes cheias destroem ro\u00e7ados e cria\u00e7\u00f5es de comunidades ribeirinhas e aldeias ind\u00edgenas. Nas cidades, a popula\u00e7\u00e3o mais pobre \u00e9 afetada, perdendo os poucos bens que conseguem adquirir com muito esfor\u00e7o e trabalho. O desmatamento acelerado, observado ao longo dos \u00faltimos anos, agrava os eventos clim\u00e1ticos na Amaz\u00f4nia, que passam a acontecer com mais intensidade e frequ\u00eancia.<\/p><p>Abordar estes temas com a nossa popula\u00e7\u00e3o \u00e9 o que motiva o retorno do Varadouro para a era da comunica\u00e7\u00e3o digital; queremos fazer um jornalismo para dentro, e liderado por comunicadores daqui. Queremos falar a linguagem do caboclo, do ind\u00edgena, do extrativista, do colonheiro, de quem est\u00e1 nas nossas cidades. Vamos produzir um conte\u00fado com a nossa cara, o nosso jeito amaz\u00f4nida de ser \u2013 um jornalismo nativo.<\/p><p>O Varadouro de hoje manter\u00e1 vivo o mesmo valor que foi definido no editorial n\u00famero um do jornal, apresentado ao p\u00fablico acreano em maio de 1977:<\/p><p>\u201cVaradouro \u00e9, pois, um dever de consci\u00eancia de quem acredita no papel do jornalista. \u00c9, propositadamente, feito aqui, na \u2018terra\u2019. Sai, portanto, de uma forma rude, cabocla, sem t\u00e9cnica, cheio de limita\u00e7\u00f5es e gerado pela necessidade de colocar em discuss\u00e3o os problemas de nossa regi\u00e3o, do nosso tempo e principalmente de nossa gente.\u201d<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-80add93 e-con-full e-flex e-con e-parent\" data-id=\"80add93\" data-element_type=\"container\" data-settings=\"{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}\">\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-b7a0d55 e-flex e-con-boxed e-con e-child\" data-id=\"b7a0d55\" data-element_type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-6abe32f elementor-blockquote--skin-quotation elementor-blockquote--align-left elementor-blockquote--button-color-official elementor-widget elementor-widget-blockquote\" data-id=\"6abe32f\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"blockquote.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t<blockquote class=\"elementor-blockquote\">\n\t\t\t<p class=\"elementor-blockquote__content\">\n\t\t\t\tVaradouro \u00e9, pois, um dever de consci\u00eancia de quem acredita no papel do jornalista. \u00c9, propositadamente, feito aqui, na \u2018terra\u2019. Sai, portanto, de uma forma rude, cabocla, sem t\u00e9cnica, cheio de limita\u00e7\u00f5es e gerado pela necessidade de colocar em discuss\u00e3o os problemas de nossa regi\u00e3o, do nosso tempo e principalmente de nossa gente.\t\t\t<\/p>\n\t\t\t\t\t<\/blockquote>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-d59fb4c e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"d59fb4c\" data-element_type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-66e1c38 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"66e1c38\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h2>Um jornal em defesa da Amaz\u00f4nia<\/h2><h2><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-1016\" src=\"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/V1-224x300.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"401\" srcset=\"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/V1-224x300.jpg 224w, https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/V1.jpg 528w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/h2><p>No final da d\u00e9cada de 1970, em meio a um fren\u00e9tico e ditatorial momento pol\u00edtico do Brasil, um ousado e irreverente tabloide ocasionava uma revolu\u00e7\u00e3o no jornalismo da Amaz\u00f4nia: Varadouro. Em plena \u00e9poca de censura \u00e0 liberdade de imprensa no pa\u00eds, um grupo de jornalistas no Acre fazia Hist\u00f3ria ao dar visibilidade aos graves conflitos sociais, econ\u00f4micos e da luta pela terra vivida pelos povos da floresta. Expulsos de suas \u00e1reas pelos \u201cpaulistas\u201d que aqui aportavam com a miss\u00e3o de transformar a floresta em pasto para o gado, ind\u00edgenas, seringueiros e pequenos agricultores eram empurrados para a mis\u00e9ria nas periferias de Rio Branco e outras cidades acreanas.<\/p><p>Em meio a este per\u00edodo de conflitos e confrontos que muitas das vezes resultaram em mortes, Varadouro era um dos poucos ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia a retratar a realidade. Foram em suas p\u00e1ginas que figuras importantes neste movimento de resist\u00eancia tinham voz para expor e denunciar a realidade ocasionada pela pol\u00edtica do regime militar de \u201cocupa\u00e7\u00e3o\u201d da floresta. Entre eles estava Chico Mendes, que em 1988 foi assassinado em raz\u00e3o de sua luta em defesa das popula\u00e7\u00f5es tradicionais da floresta, e que tanto incomodava os poderosos.<\/p><p>Passados quase 50 anos da impress\u00e3o da primeira edi\u00e7\u00e3o de Varadouro, o quadro social amaz\u00f4nico n\u00e3o mudou muito. A floresta e seus moradores vivem sob novas e velhas press\u00f5es. \u00c9 verdade que muitas conquistas foram alcan\u00e7adas, sobretudo para a pacifica\u00e7\u00e3o dos conflitos no campo. A cria\u00e7\u00e3o das reservas extrativistas, defendida por Chico Mendes, teve papel crucial para a pacifica\u00e7\u00e3o dos conflitos pela terra. Todavia, a Amaz\u00f4nia ainda se caracteriza por grandes latif\u00fandios nas m\u00e3os de poucas pessoas. E a invisibilidade em que a regi\u00e3o ainda se encontra garante certa impunidade a quem atenta contra a preserva\u00e7\u00e3o da floresta e sua gente.<\/p><p>Ressuscitar Varadouro neste momento pode ser definido como uma emerg\u00eancia amaz\u00f4nica. O Acre voltar a ter um ve\u00edculo que garanta visibilidade \u00e0s demandas de suas popula\u00e7\u00f5es tradicionais, dos mais exclu\u00eddos e invis\u00edveis, se faz urgente. O momento de ascens\u00e3o e consolida\u00e7\u00e3o pol\u00edtica de uma extrema-direita reacion\u00e1ria \u2013 que defende a devasta\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia em nome do \u201cprogresso\u201d promovido pelo agroneg\u00f3cio \u2013 coloca em risco n\u00e3o apenas a manuten\u00e7\u00e3o da floresta em p\u00e9, mas a sobreviv\u00eancia dos acreanos do campo. Nos \u00faltimos 4 anos, as taxas de devasta\u00e7\u00e3o da floresta alcan\u00e7aram n\u00edveis recordes \u2013 talvez compar\u00e1veis, apenas, com a \u00e9poca da ditadura militar. Isso acontece, exatamente, com o retorno da velha direita-conservadora ao poder, a partir das elei\u00e7\u00f5es de 2018.<\/p><p>Num momento tamb\u00e9m de graves consequ\u00eancias das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas em nossa regi\u00e3o, com enchentes e estiagens cada vez mais extremas e frequentes, \u00e9 preciso o exerc\u00edcio de um tipo de jornalismo que coloque a prote\u00e7\u00e3o da floresta como uma das principais preocupa\u00e7\u00f5es da sociedade local. E este debate precisa acontecer n\u00e3o somente no campo das pol\u00edticas, mas tamb\u00e9m (e sobretudo) na ci\u00eancia e na experi\u00eancia daquilo que j\u00e1 sentimos em nosso dia a dia. Essa \u00e9 a proposta para o renascimento de Varadouro, que continua t\u00e3o atual quanto foi h\u00e1 quase 50 anos.<\/p><h2>Os fundadores<\/h2>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-d25fcba e-con-full e-flex e-con e-parent\" data-id=\"d25fcba\" data-element_type=\"container\" data-settings=\"{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}\">\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-2da7f53 e-flex e-con-boxed e-con e-child\" data-id=\"2da7f53\" data-element_type=\"container\" data-settings=\"{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;,&quot;position&quot;:&quot;absolute&quot;}\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-2f56fe5 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"2f56fe5\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>O primeiro time de jornalistas a liderar Varadouro entre os anos 70 e 80<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-be3c37d e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"be3c37d\" data-element_type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-4b51ec5 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"4b51ec5\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>O jornalista acreano \u00c9lson Martins \u00e9 o principal criador do Varadouro na d\u00e9cada de 1970. Nascido no Seringal Nova Olinda, \u00e0s margens do rio Yaco, no munic\u00edpio de Sena Madureira, ele \u00e9 dono de uma extensa carreira jornal\u00edstica, intelectual e cultural, Martins foi correspondente de \u201cO Estado de S\u00e3o Paulo\u201d para a Amaz\u00f4nia, trabalhando em Bel\u00e9m, Macap\u00e1 e Rio Branco. As primeiras reportagens sobre aquele Acre explosivo foram publicadas nas p\u00e1ginas do Estad\u00e3o. A partir de sua bagagem de rep\u00f3rter no peri\u00f3dico paulista, decidiu fundar Varadouro ante a escassez de jornais no Acre que retratassem as mazelas e os conflitos sociais.<\/p><p>Teve como parceiro nesta empreitada outro importante nome do jornalismo acreano: Silvio Martinello, que depois criaria \u201cA Gazeta\u201d. Juntos com outros rep\u00f3rteres, \u00c9lson e Silvio fizeram um jornalismo revolucion\u00e1rio para o contexto hist\u00f3rico da Amaz\u00f4nia nas p\u00e1ginas do Varadouro. Um jornalismo que permanece atemporal e bastante necess\u00e1rio para o Acre do s\u00e9culo 21, que, infelizmente, ainda carrega muito do obscurantismo representado por uma direita reacion\u00e1ria e avessa \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o da floresta e dos direitos dos povos que nela vivem. O Varadouro do anos 1970 ainda permanece atual. Por isso ele ser\u00e1 recriado, agora adaptado para a era digital.<\/p><h2>Um resumo da Hist\u00f3ria do Varadouro<\/h2><p>O Varadouro \u00e9 um jornal acreano que circulou entre maio de 1977 e dezembro de 1981. Ao todo, foram 24 edi\u00e7\u00f5es impressas num cen\u00e1rio de extrema dificuldades pol\u00edticas, econ\u00f4micas e operacionais para se manter um peri\u00f3dico em tempos de ditadura militar. Dificuldades ainda maiores num estado esquecido e invis\u00edvel na Amaz\u00f4nia brasileira. Para se ter uma ideia, a \u00fanica impressora dispon\u00edvel no Acre naquele momento pertencia ao governo estadual, cujos governadores eram indicados pelos generais. A primeira edi\u00e7\u00e3o ainda chegou a ser impressa na gr\u00e1fica oficial do Estado por conta da boa proximidade familiar entre o jornalista \u00c9lson Martins e o governador de ent\u00e3o, Geraldo Mesquita.<\/p><p>Ao perceber o conte\u00fado do\u201d jornal subservessivo\u201d, Mesquita proibiu a impress\u00e3o do Varadouro. Depois, outra gr\u00e1fica dispon\u00edvel era de um concorrente, o jornal \u201cO Rio Branco\u201d, pertencente ao Di\u00e1rios Associados. A parceria durou pouco tempo por as reportagens incomodarem as elites locais. O principal financiador e entusiasta do Varadouro era o arcebispo de Rio Branco, Dom Moacyr Grechi, uma das figuras religiosas e pol\u00edticas mais importantes da Amaz\u00f4nia naqueles anos turbulentos de conflitos sociais no campo, na floresta e nas cidades. E em meio a toda esta efervesc\u00eancia acreana-amaz\u00f4nica que Varadouro serviu como o principal instrumento de voz aos exclu\u00eddos, aos invis\u00edveis. Sua exist\u00eancia na Amaz\u00f4nia durante um regime de censura se equivalia a um dos jornais de oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 ditadura mais importantes do pa\u00eds: O Pasquim.<\/p><h2>Algumas das capas hist\u00f3ricas do Varadouro. Jornal circulou entre maio de 1977 a dezembro de 1981, chegando a 24 edi\u00e7\u00f5es<\/h2>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-f141b0b e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"f141b0b\" data-element_type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9efd7ae elementor-widget elementor-widget-image-gallery\" data-id=\"9efd7ae\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"image-gallery.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-image-gallery\">\n\t\t\t<div id='gallery-1' class='gallery galleryid-995 gallery-columns-4 gallery-size-thumbnail'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon portrait'>\n\t\t\t\t<a data-elementor-open-lightbox=\"yes\" data-elementor-lightbox-slideshow=\"9efd7ae\" data-elementor-lightbox-title=\"Screenshot\" data-e-action-hash=\"#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MTExMSwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL292YXJhZG91cm8uY29tLmJyXC9ub3ZvLXNpdGVcL3dwLWNvbnRlbnRcL3VwbG9hZHNcLzIwMjVcLzAyXC9JTUdfMjAzNy5qcGciLCJzbGlkZXNob3ciOiI5ZWZkN2FlIn0%3D\" href='https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/IMG_2037.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/IMG_2037-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" aria-describedby=\"gallery-1-1111\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<figcaption class='wp-caption-text gallery-caption' id='gallery-1-1111'>\n\t\t\t\tScreenshot\n\t\t\t\t<\/figcaption><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon portrait'>\n\t\t\t\t<a data-elementor-open-lightbox=\"yes\" data-elementor-lightbox-slideshow=\"9efd7ae\" data-elementor-lightbox-title=\"V1\" data-e-action-hash=\"#elementor-action%3Aaction%3Dlightbox%26settings%3DeyJpZCI6MTExMiwidXJsIjoiaHR0cHM6XC9cL292YXJhZG91cm8uY29tLmJyXC9ub3ZvLXNpdGVcL3dwLWNvbnRlbnRcL3VwbG9hZHNcLzIwMjVcLzAyXC9WMS0xLmpwZyIsInNsaWRlc2hvdyI6IjllZmQ3YWUifQ%3D%3D\" href='https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/V1-1.jpg'><img decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/V1-1-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure>\n\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Varadouro \u00e9 uma organiza\u00e7\u00e3o de comunica\u00e7\u00e3o social sediada em Rio Branco, a capital do Acre. Ap\u00f3s escrever dentro de suas p\u00e1ginas impressas um dos momentos mais cr\u00edticos da hist\u00f3ria da Amaz\u00f4nia brasileira, em plena \u00e9poca da ditadura militar, Varadouro retorna com o mesmo esp\u00edrito de coragem e determina\u00e7\u00e3o para produzir um Jornalismo em defesa [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-995","page","type-page","status-publish","hentry"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Quem Somos - O Varadouro - Um Jornal das Selvas<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/quem-somos\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Quem Somos - O Varadouro - Um Jornal das Selvas\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"O Varadouro \u00e9 uma organiza\u00e7\u00e3o de comunica\u00e7\u00e3o social sediada em Rio Branco, a capital do Acre. Ap\u00f3s escrever dentro de suas p\u00e1ginas impressas um dos momentos mais cr\u00edticos da hist\u00f3ria da Amaz\u00f4nia brasileira, em plena \u00e9poca da ditadura militar, Varadouro retorna com o mesmo esp\u00edrito de coragem e determina\u00e7\u00e3o para produzir um Jornalismo em defesa [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/quem-somos\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"O Varadouro - Um Jornal das Selvas\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2025-02-14T20:34:57+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/V1-224x300.jpg\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"9 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/quem-somos\/\",\"url\":\"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/quem-somos\/\",\"name\":\"Quem Somos - O Varadouro - Um Jornal das Selvas\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/quem-somos\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/quem-somos\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/V1-224x300.jpg\",\"datePublished\":\"2025-02-14T19:55:44+00:00\",\"dateModified\":\"2025-02-14T20:34:57+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/quem-somos\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/quem-somos\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/quem-somos\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/V1.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/V1.jpg\",\"width\":528,\"height\":706},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/quem-somos\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Quem Somos\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/#website\",\"url\":\"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/\",\"name\":\"O Varadouro - Um Jornal das Selvas\",\"description\":\"Seja bem-vindo ao nosso novo site! Varadouro - Um jornal das selvas!\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/#organization\",\"name\":\"O Varadouro - Um Jornal das Selvas\",\"url\":\"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/#\/schema\/logo\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/logomarca.png\",\"contentUrl\":\"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/logomarca.png\",\"width\":400,\"height\":74,\"caption\":\"O Varadouro - Um Jornal das Selvas\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/#\/schema\/logo\/image\/\"}}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Quem Somos - O Varadouro - Um Jornal das Selvas","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/quem-somos\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Quem Somos - O Varadouro - Um Jornal das Selvas","og_description":"O Varadouro \u00e9 uma organiza\u00e7\u00e3o de comunica\u00e7\u00e3o social sediada em Rio Branco, a capital do Acre. Ap\u00f3s escrever dentro de suas p\u00e1ginas impressas um dos momentos mais cr\u00edticos da hist\u00f3ria da Amaz\u00f4nia brasileira, em plena \u00e9poca da ditadura militar, Varadouro retorna com o mesmo esp\u00edrito de coragem e determina\u00e7\u00e3o para produzir um Jornalismo em defesa [&hellip;]","og_url":"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/quem-somos\/","og_site_name":"O Varadouro - Um Jornal das Selvas","article_modified_time":"2025-02-14T20:34:57+00:00","og_image":[{"url":"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/V1-224x300.jpg","type":"","width":"","height":""}],"twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Est. tempo de leitura":"9 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/quem-somos\/","url":"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/quem-somos\/","name":"Quem Somos - O Varadouro - Um Jornal das Selvas","isPartOf":{"@id":"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/quem-somos\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/quem-somos\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/V1-224x300.jpg","datePublished":"2025-02-14T19:55:44+00:00","dateModified":"2025-02-14T20:34:57+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/quem-somos\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/quem-somos\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/quem-somos\/#primaryimage","url":"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/V1.jpg","contentUrl":"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/V1.jpg","width":528,"height":706},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/quem-somos\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Quem Somos"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/#website","url":"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/","name":"O Varadouro - Um Jornal das Selvas","description":"Seja bem-vindo ao nosso novo site! Varadouro - Um jornal das selvas!","publisher":{"@id":"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/#organization","name":"O Varadouro - Um Jornal das Selvas","url":"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/logomarca.png","contentUrl":"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/logomarca.png","width":400,"height":74,"caption":"O Varadouro - Um Jornal das Selvas"},"image":{"@id":"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/#\/schema\/logo\/image\/"}}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/995","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=995"}],"version-history":[{"count":118,"href":"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/995\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1118,"href":"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/995\/revisions\/1118"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ovaradouro.com.br\/novo-site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=995"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}